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Risco de geada diminui ao longo da semana

13/06/2016 às 10:36
por César Soares

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13/06/2016

Análise das condições do tempo no Brasil na última semana: Frio e geada foram os grandes destaques da última semana

 

A última semana foi marcada pela presença de duas intensas massas de ar polar que favoreceram uma queda brusca de temperatura. Com isso, os produtores tiveram de se preocupar também com a geada, que ocorreu de forma generalizada sobre diversas áreas da Região Sul, no centro-sul de Mato Grosso do Sul e até mesmo sobre o estado de São Paulo.

É preciso muita atenção para plantas em desenvolvimento e hortaliças em situações de temperaturas abaixo dos 4°C. Com o favorecimento da geada, pode ocorrer também perda de produção.

Por outro lado, a costa leste nordestina teve a presença da frente fria e de diversas áreas de instabilidade que avançaram do alto mar em direção ao litoral. Isso provocou chuva principalmente sobre a costa sul da Bahia e entre o litoral do Rio Grande do Norte ao estado de Alagoas.

 

Figura 1: Chuva acumulada entre os dias 06 e 12 de junho

 

Previsão para os próximos dias no Brasil: Temperatura aumenta e risco de geada diminui

 

O ar polar começa a perder força ao longo dos próximos dias. Com isso a temperatura tende a subir e o risco para geada também diminui. Ainda há previsão do fenômeno sobre as áreas de Serra Gaúcha e Catarinense, mas a tendência é de que ocorra com menos frequência e intensidade.

 

Figura 2: Média de temperatura mínima prevista entre os dias 14 e 18 de junho

 

No mapa de média da temperatura mínima já é possível ver uma tendência de elevação sobre o Sul e Sudeste, com isso o risco de geada diminui. No entanto, há previsão para a passagem de uma nova frente fria que vai trazer novas pancadas de chuva para a Região Sul. O ar polar também consegue avançar sobre o sul do Rio Grande do Sul, onde novamente há previsão de geada na Campanha.

 

Figura 3: Previsão de chuva acumulada entre os dias 14 e 18 de junho

 

Com relação aos volumes de chuva, o grande destaque fica para o Recôncavo Baiano que terá volumes de chuva da ordem dos 100mm ao longo do período. A circulação de umidade proveniente do mar se intensifica. com isso grandes áreas de instabilidade se formam e há risco para temporais. Os volumes acumulados são bons para agricultura local, mas podem provocar transtornos nos centros urbanos que por sua vez podem trazer problemas de logística.

 

Figura 4: Previsão de chuva acumulada entre os dias 19 e 23 e junho

 

Entre os dias 19 e 23 de junho, as instabilidades se reforçam sobre o estado de Santa Catarina, norte do Rio Grande do Sul e sul do Paraná. São esperados volumes acumulados de chuva entre os 70 e os 100mm. As áreas centrais do Brasil, ainda terão o predomínio de pouca chuva. As pancadas ocorrem de forma mal distribuída e não são esperados grandes volumes acumulados.

 

 

 

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