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Mercado segue otimista com a produção agrícola nacional

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Nesta sexta-feira (6), áreas de instabilidade atuam sobre a região central e oeste do Brasil e provocam pancadas de chuva sobre as regiões produtoras de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, São Paulo, Santa Catarina, oeste e norte do Rio Grande do Sul, metade sul de Minas Gerais e em alguns pontos do Pará e do Tocantins. A chuva prevista seria muito boa para as lavouras se não fosse irregular. Muitas propriedades rurais podem apresentar estresse hídrico, uma vez que não há nenhuma garantia que as chuvas ocorram de forma generalizada em cima de todas as propriedades. Tempo firme sem chuva somente nas regiões oeste da Bahia, sul do Piauí, metade norte de Minas Gerais e faixa leste do Rio Grande do Sul.

 

Este padrão meteorológico de chuva irregular pode causar perdas em diversas lavouras. As altas temperaturas tem ocasionado um aumento nas taxas de evapotranspiração, reduzindo mais rapidamente os níveis de umidade do solo, comenta o agrometeorologista e consultor da Climatempo, Marco Antônio Santos.

 

Para a semana que vem o tempo não muda e a tendência mostra ocorrência de chuva em todo o território nacional, de forma muito irregular onde os volumes irão variar muito dentro de uma mesma microrregião. Desde modo, as perdas continuarão sendo contabilizadas em todo o País, sejam por excesso de água, seja pela sua falta.

 

 

Nas regiões produtoras do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia, Goiás e Minas Gerais a apreensão é muito maior, pois os produtores já vêm amargando prejuízos nas últimas safras. Vale lembrar, diferentemente do que foi a safra passada, apenas o fato de não ter influência do fenômeno El Niño esse ano já é suficiente para que o regime de chuvas seja considerado melhor em toda a metade norte do Brasil.

 

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Os modelos de previsão indicam um janeiro e fevereiro com chuvas em todas as regiões produtoras do Brasil. Lógico, que horas mais concentradas em uma determinada localidade hora em outra, mas de um modo geral boa parte das propriedades irão receber chuvas ao longo da safra, explica Santos.

 

ASAS enfraquece na próxima semana

 

A perspectiva é que a produção nacional será muito boa em 2017, mas poderão ocorrer algumas perdas e quebras em praticamente todos os Estados, com exceção do Mato Grosso e do Paraná que devido às chuvas mais regulares terão índices de produtividade melhores.

 

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