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Colheita da cana avança no campo

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3 min de leitura

Com o corredor de umidade posicionado sobre a região centro-norte do Brasil as áreas de instabilidade ganham força e há previsão de chuva ao longo dos próximos dias em boa parte das regiões produtoras de Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Pará e do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Mesmo com a previsão de chuva uma ou outra área ainda pode registrar pouca ou quase nenhuma chuva.

 

 

A última semana de abril mostra uma tendência de chuva mais generalizada sobre toda a região central e norte do País. Os níveis de umidade do solo continuarão elevados, permitindo que lavouras de milho, algodão e feijão, continuem sendo beneficiadas o que favorece o desenvolvimento das lavouras e mantem boas perspectivas de produtividade para a safra.

 

No Sudeste e em boa parte da região do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, as chuvas mais generalizadas deverão ocorrer somente na semana que vem, mas mesmo com esse tempo um pouco mais firme, os níveis de umidade do solo ainda estão bons, permitindo que as lavouras encontrem condições ideais ao seu desenvolvimento. E com as chuvas previstas para semana que vem, as condições irão melhorar ainda mais. O tempo mais firme possibilita que os trabalhos de colheita da soja e da cana de açúcar avancem sem maiores transtornos.

 

Como melhorar a produção dentro do campo

 

No Sul, os próximos dias com tempo firme e sem chuva generalizada podem ser decisivos para o término de alguns trabalhos dentro do campo. Este padrão meteorológico irá possibilitar o avanço da colheita da soja, milho e arroz e até mesmo  a finalização em algumas regiões.

 

Para os próximos 10 dias, não há previsão de chuva para as regiões produtoras do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e para o Rio Grande do Sul. Apenas poderão vir a ocorrer pancadas muito isoladas sobre essas localidades. E com isso, os níveis de umidade do solo podem registrar uma redução drástica neste período o que acarreta algumas perdas localizadas em lavouras de milho safrinha. Somente na segunda semana de abril é que as chuvas deverão começar a retornar para a região de forma mais generalizada.

 

 

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