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Safra 2016/17 de trigo pode terminar com perda significativa

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3 min de leitura

As chuvas realmente ocorreram em vários pontos produtores de trigo do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina na última quarta-feira (02), como estava prevista. Porém, ainda existem lavouras que continuam sob estresse hídrico. Nesta quinta-feira (03), há previsão de mais chuva para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e também para boa parte do Paraná. A chuva continua caindo de forma irregular e com volumes bem variados o que poderá manter as lavouras de trigo em condições não tão favoráveis ao desenvolvimento. Ou seja, novas perdas poderão vir a ocorrer, bem como manter uma condição ainda desfavorável a aplicação de adubos nitrogenados.

 

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No restante do Brasil, a quinta-feira será mais um dia de tempo seco, sem chuvas com temperaturas dentro da média para essa época do ano. Deste modo, as condições são favoráveis à realização da colheita do milho, algodão, café e cana de açúcar.

 

Próximos dias

A tendência é que para os próximos dias, as condições se mantenham inalteradas. Na semana que vem, há previsão de mais chuva para o Sul do Brasil e tempo ainda bastante seco no Sudeste, Centro-Oeste e em todo o Maranhão, Tocantins, Piauí, Pará e Bahia. Na faixa leste do Nordeste, as pancadas de chuva deixam as condições razoáveis ao desenvolvimento das lavouras de cana de açúcar e grãos.

 

A safra 2016/17 vai terminando com perdas para os produtores de trigo que não terá uma safra tão formidável.

 

Veja a análise da meteorologista sobre a chuva na primeira quinzena de Agosto

  

Agricultura nos Estados Unidos

Para os EUA a previsão é de mais chuva nos próximos 15 dias em grande parte das principais regiões produtoras de grãos. Os níveis de umidade do solo vão subir o que garante boas condições ao desenvolvimento das lavouras de soja, milho e algodão. Lógico, que no caso do milho, devido a um julho bem mais seco, as perdas que já ocorreram, são irreversíveis, mas com o retorno das chuvas daqui pra frente à tendência é que haja uma estagnação das perdas, que são baixas até o momento.

 

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