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Como fica o agronegócio pós condenação de Lula?

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4 min de leitura

O Ministro da Agricultura Blairo Maggi, retornando de Zurique e de Davos, disse que o Brasil está muito bem visto pelos empreendedores globais e que o Presidente Michel Temer foi muito bem nas apresentações, garantindo ser o Brasil um país que oferece segurança jurídica.

 

O que eu acho disso tudo?

O inimigo maior do planeta hoje chama-se populismo. Uma velha e antiga retórica de colocar a culpa nos outros para prometer felicidade e riqueza aos chamados “a sua maioria“. Sempre os populistas arrumam, criam, forjam inimigos, para serem atacados… o famoso ‘eles versus nós’.

Aqui no Brasil, populistas de esquerda e de direita, se reciclam e se amam, pois uns não viveriam sem os outros. Lula após condenação por unanimidade fala do complô entre o judiciário e a imprensa.

E o agro, com tudo isso?

Elevadíssimo risco, com Lula participando ou não da próxima eleição, continuamos uma janela aberta e convidativa para populistas das mais varias e distintas matizes.

Um bom populista, carismático, agressivo e assertivo, falando aquilo que a grande maioria popular quiser ouvir, terá grandes chances de ganhar essas eleições. Logo, tudo aquilo que é sério e de segurança máxima para o país não pode ficar ao léu desse mega risco, da insensatez e do reino das incertezas.

Cabe ao agronegócio, assim como a toda Sociedade Civil Organizada criar projetos interdependentes, preparar o plano pro Brasil dos próximos 20 anos, apresentar o que precisa e deve ser feito, e educar a população brasileira para a necessidade imperiosa da superação.

As lideranças do agronegócio precisam se reunir, estabelecer metas e programas vitais e cruciais e formarem uma alavanca consciente para levarmos o país adiante, e o agronegócio como sua locomotiva essencial, o mais longe possível do jogo devastador do populismo.

 

Dividir o agro brasileiro entre nós e eles, os familiares e os outros os orgânicos e os científicos, os que exportam e os que abastecem a população, será a tentativa vil dos populistas neste ano eleitoral.

As cooperativas brasileiras representam a grande massa humana do campo que empreende, cerca de 1milhao de cooperados. A luta antipopulismo é a luta de todas as lutas, e foco no agro doravante.

Dia 26 de janeiro, hoje, é aniversário da cidade de Santos. Terra da caridade e da liberdade e do maior porto importador e exportador do agronegócio brasileiro. Da mesma forma, precisamos libertar o porto de Santos dos domínios de partidos e de facções de partidos políticos.

A hora do agronegócio, hora de liberdade para empreender e cooperar no país, hora da luta contra o populismo, e hora de parabenizar a cidade de Santos, 472 anos de idade. Terra da caridade e da liberdade e do maior porto do agronegócio brasileiro.

 

José Luiz Tejon

Sócio e Diretor da Biomarketing

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