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Produtor finaliza colheita da soja em MT, GO, TO, PA, MA

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4 min de leitura

Nesta quarta-feira (14), grandes áreas de instabilidade já eram observadas em parte do Brasil.

 

 

O tempo fica instável com possibilidade de ocorrência de chuva ao longo de todo o dia em Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, oeste da Bahia, Pará e no Maranhão.

 

Os trabalhos de campo, colheitas e tratos culturais serão prejudicados, mas nada que venha trazer grandes preocupações aos produtores, já que muitos deles finalizaram a colheita da soja e o plantio das lavouras de segunda safra.

 

Já em toda metade sul do Brasil, a quarta-feira (14) deverá ser mais um dia marcado pelas altas temperaturas e com possibilidade para pancadas de chuva.

 

A partir desta quinta-feira (15), áreas de instabilidade perdem força em grande parte do Nordeste e as pancadas de chuva acontecem de forma irregular, principalmente no final da tarde e à noite. No Sul, com a passagem de uma frente fria pela Região, o tempo fica bastante instável e com possibilidade para chuvas mais generalizadas e em grandes volumes. As regiões produtoras de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, também serão afetas pela chuva de forma isolada.

 

O retorno das chuvas ao Sul do Brasil estará elevando os níveis de umidade do solo, garantindo assim, melhores condições ao desenvolvimento das lavouras. A tendência é que a segunda quinzena de março venha a ser marcada por chuvas regulares e em bons volumes em toda metade sul do País.

 

Argentina

Na Argentina, ainda está previsto o retorno da chuva ao longo dos próximos 10 dias sobre grande parte das regiões produtoras de soja e milho, no entanto, as pancadas continuarão sendo irregulares e em volumes baixos.

 

A presença da corrente de jato subtropical sobre toda faixa sul do continente está impossibilitando que os corredores de umidade migrem para essas localidades. Com isso, o tempo se mantém firme e com chances para eventuais pancadas de chuva irregulares. Essa condição só deverá mudar ao longo da segunda quinzena de março, quando as temperaturas do Oceano Pacífico começam a aquecer e permitem que a corrente de jato migre para o sul da Argentina – região da Patagônia. Isso fará que os corredores de umidade vindos da Amazônia se posicionem mais ao Sul do continente e possibilitem a passagem mais frequentes das frentes frias.

 

Até lá, as condições ainda se manterão desfavoráveis ao pleno desenvolvimento das lavouras e novas quebras de produtividade poderão ocorrer durante esses próximos sete dias.

 

 

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