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Como fica o tempo em maio nas regiões produtoras

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Apesar do período mais úmido ter se estendido para abril, o mês de maio marca a entrada do período seco. A umidade da Amazônia passa a migrar para áreas próximas ao Equador, diminuindo sua influência na maior parte do país, como é o esperado para a época do ano e a chuva passa a ter  mais frequência na Região Sul do país. As frentes frias, já começam a trazer chuvas desde o início do mês sobre os três estados da região.

 

Na primeira quinzena do mês, o risco para geadas nas áreas produtoras é muito baixo, pois os modelos não mostram ainda a entrada de alguma onda de frio mais significativa. No decorrer da segunda quinzena por enquanto, ainda não há grandes mudanças e as temperaturas até podem persistir ligeiramente acima da média. A queda de temperatura durante os próximos meses pode ser alta, porém os períodos críticos tem curta duração, e também por conta da alta umidade, o risco para geadas generalizadas, diminui bastante.

 

No Nordeste, o aquecimento do oceano Atlântico na costa, garante a entrada de instabilidades de maneira mais tardia, e as chuvas mesmo que mal distribuídas ainda podem atingir com baixo volume, as áreas produtoras da Bahia e leste do Nordeste. Mas apenas na primeira semana do mês.

 

A região Centro-Oeste já passa a ter tempo mais seco, por conta da falta da influência da umidade da Amazônia. Apenas no início do mês, que há risco para chuvas isoladas entre o MT e MS. No geral o declínio da umidade relativa do ar, favorece a maior amplitude térmica, com manhãs mais frias e tardes mais quentes.

 

No Sudeste a situação também é parecida, a chuva diminui bastante e apenas as áreas ao leste, mais próximas ao litoral, ainda podem ter eventos isolados de chuva, devido a passagem de frentes frias. As quedas de temperatura podem ser observadas principalmente á partir de junho. Porém por conta da curta duração das ondas de frio,  o risco para geadas no sul de SP e MG será baixo.

 

Na região norte, o tempo seco começa a predominar na maior parte do centro sul do PA e AM, TO, RO e AC. As ondas de frio da segunda quinzena, por serem mais continentais, podem trazer friagem de curta duração, que declinem as temperaturas do AC e RO.

 

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