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Conheça os desafios da sucessão familiar no agronegócio

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5 min de leitura

Combinar negócios e família nem sempre é uma tarefa fácil, no entanto, chega o momento em que é necessário pensar no futuro da empresa. Na agricultura, isso não é diferente - o planejamento sucessório deve ser feito com a maior antecedência possível para que a gestão das propriedades não sofra durante o período de transição.

 


Mas, afinal, como ocorre a sucessão familiar no agronegócio?

 

A primeira coisa que se deve ter em mente é a diferença entre herdeiro e sucessor. No caso de uma fazenda, por exemplo, o herdeiro é o familiar que irá herdar legalmente a propriedade, já o sucessor é a pessoa que ficará responsável pela administração do negócio.


Como a sucessão familiar nada mais é do que a continuidade de uma gestão, é muito comum que o proprietário do negócio deseje que seu sucessor seja alguém de seu convívio e confiança, como o filho, por exemplo - no entanto, isso não é uma regra.

 

A sucessão familiar se dá em três esferas, conhecidas como Trinômio da Sucessão. São elas: propriedade (herdeiros e sócios), família e gestão. Nas propriedades rurais, é comum que apenas uma pessoa (na maioria das vezes familiar) seja designada para desempenhar os três papéis.

 


Quando começar o processo de sucessão?

 

De forma geral, a maioria das pessoas tem receio em falar sobre sucessão familiar. No campo, é muito comum que os agricultores de cultura mais tradicional sintam-se até ofendidos, como se houvesse a intenção de substituí-los de seu negócio imediatamente.

 

Apesar disso, é importante ressaltar que o planejamento sucessório deve ser iniciado o quanto antes, caso contrário, a saúde financeira e a gestão agrícola podem ser altamente prejudicadas. Preparar um sucessor é algo que demanda tempo e que deve ocorrer de forma gradativa.

 


A evolução da sucessão familiar no campo

 

Há cerca de 20 ou 30 anos, mal se discutia sobre sucessão familiar. Por isso, era muito comum que, quando um pai adoecia, o filho prontamente assumisse seu negócio. No entanto, como naquela época o papel do agricultor era muito mais de executor (cuidar do campo com as próprias mãos) do que de administrador, a falta de experiência na tomada de decisão e de gestão prejudicavam muito a continuidade do negócio.

 

Com o surgimento das novas tecnologias agrícolas, criou-se cada vez mais a necessidade de transformação do produtor rural em empresário, que passou a contar com ferramentas intuitivas capazes de reduzir tempo e aumentar a produtividade das lavouras. 

 

 

Confiança que ultrapassa gerações

 

Assim como os pais confiam nos filhos, os herdeiros e sucessores em campo também devem contar com produtos de confiança e tradição, que evoluem junto à agricultura. Por isso, a STIHL conta com amplo portfólio de ferramentas essenciais para as lavouras, que vão muito além das já famosas Motosserras e Roçadeiras.

 

Além disso, a ampla rede de concessionárias da STIHL cresce cada vez mais para atender bem as demandas do campo. A estratégia de expansão da empresa visa melhorar continuamente o desenvolvimento de produtos tecnologicamente avançados, com foco principal nas pessoas e no meio ambiente. 

 

Quem pensa em tradição e confiança, pensa STIHL


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Este conteúdo trata-se de um informe publicitário patrocinado pela Sithl.

 

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