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Agricultura familiar

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2 min de leitura

Agricultura familiar, atividade dos pequenos produtores, só pode dar certo através e com cooperativas.

O cooperativismo com sua filosofia de treinamento, educação, investimentos na causa comum, equipe e recursos humanos significa a única chance organizacional dos pequenos produtores prosperarem e superarem o estágio da sobrevivência.

No mundo, quase 1 bilhão de seres humanos estão ligados às cooperativas, no Brasil cerca de 13 milhões de brasileiros diretamente conectados, e no Agronegócio, quase 1 milhão de produtores rurais.

Os exemplos são muitos para conferir e constatar, como a Aurora, com quase 100 mil famílias, como a Coamo, no Paraná, mais de 25 mil famílias, como a Coopeavi, no Espírito Santo, como a Cooxupé, a maior cooperativa de café do mundo, em Guaxupé, Minas, a comigo em Goiás e tantas outras.

No Paraná, a Coacipar, Cooperativa dos Citricultores de Paranavaí, exporta para a Suíça, para uma rede de supermercados suco de laranja do Brasil. Essa cooperativa procurou formas novas de atuar no mercado moderno que busca parcerias, atuar dentro do capitalismo consciente e não apenas uma relação de transações entre comprador e vendedor.

Encontraram no selo Fair Trade de comércio justo, o seu modelo de marketing, e com isso afirmam ter aumentado em 35% a renda dos produtores.

A busca de relações dos pequenos produtores com seus clientes exige o cooperativismo como modelo e meio.

Os exemplos estão a disposição e crescendo. O empreendedorismo rural exige cooperativas e o cooperativismo, exige empreendedorismo. Uma bela dupla.

José Luiz Tejon

Sócio Diretor da Biomarketing

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