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Chuva no Sul volta a paralisar trabalhos no campo

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A presença de áreas de instabilidade sobre o Pará, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, sul e oeste de Goiás, Paraná e em São Paulo ajudam a formar nuvens carregadas e há previsão de chuva em vários pontos destes Estados. Com isso, a umidade do solo garante as boas condições ao desenvolvimento das lavouras de soja já semeadas. Mas vale lembrar, que as pancadas de chuva ainda continuam sendo muito irregulares e desse modo, já há diversas áreas que apresentam déficit hídrico acentuado, na qual deverão sofrer replantios, já que o potencial produtivo das lavouras encontra-se com forte quebra.

 

A tendência para semana é de mais pancadas de chuva sobre as regiões produtoras do Centro-Oeste, Sudeste. No Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, as chuvas caem de forma mais irregular ao longo desta semana. Aos poucos esse regime de chuvas deverá se estabilizar ao longo da primeira quinzena de novembro trazendo chuvas mais generalizadas. O produtor que pretende iniciar o plantio da soja e/ou está querendo prosseguir com os trabalhos no campo deve ter cautela, avisa o agrometeorologista Marco Antônio Santos.

 

 

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o avanço de novas áreas de instabilidade de um sistema de baixa pressão volta a provocar chuva no oeste da região Sul. Os volumes não serão altos, mais suficientes para ocasionar a paralisação dos trabalhos de plantio do arroz, milho, soja e também da colheita do trigo. Os maiores volumes de chuvas deverão vir a ocorrer sobre a faixa oeste do Rio Grande do Sul, rios como o Uruguai e o Ibicuí poderão registrar aumento no nível o que pode provocar alagamento em áreas de várzea, principalmente nas regiões produtoras de arroz de Itaqui e Uruguaiana.

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