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Chuva atrapalha plantio de soja e milho no Pará

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Nesta sexta-feira (27), um corredor de umidade ainda pode ser observado em toda a faixa central do Brasil, vindo de Rondônia até São Paulo, passando por Mato Grosso, Goiás e triângulo mineiro

Em algumas localidades, a chuva já ultrapassa os 70 mm, mas não atrapalha totalmente a colheita da soja e posterior plantio das lavouras de 2ª safra.

 

 

De acordo com relatos, o que se observa são paralisações momentâneas ou até mesmo, encurtando o intervalo diário de trabalho. “Ainda há muita soja com avarias e elevados percentuais de soja úmida, causando descontos e consequentemente prejuízos aos produtores. Além disso, o tempo mais fechado tem reduzido as taxas de luminosidade, o que poderá resultar numa queda nos índices de produtividade”, relata o agrometeorologista Marco Antônio Santos.

 

Como evitar o risco climático?

 

Os produtores no Sul estão apreensivos com o estresse hídrico. A ausência de chuvas generalizadas e em bons volumes tem reduzido os níveis de umidade do solo. As perdas, até o momento, são muito pequenas, não dá para ser contabilizada.

 

No Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia apesar da irregularidade no regime de chuvas, as poucos as pancadas que ocorrem sobre a região tem mantido os solos com níveis satisfatórios de umidade, garantindo um mínimo necessário para o desenvolvimento das lavouras.

 

Nesta sexta-feira (27), há previsão de mais chuva sobre os estados de Rondônia, Mato Grosso, Goiás e São Paulo, sendo que na faixa leste e norte de São Paulo há previsão de chuvas fortes, com potencial para tempestades. E, mesmo com a previsão de chuvas no Mato Grosso e em Goiás, os trabalhos de colheita da soja e plantio das lavouras de 2ª safra prosseguirão apesar de algumas interrupções ao longo do dia.

 

No Sul, o tempo permanecerá aberto e sem previsões para chuvas, podendo acarretar aumento na apreensão junto aos produtores e até mesmo alguns relatos de perdas de produtividade. No Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, as pancadas de chuvas são irregulares. Já no Pará, chuvas mais regulares poderão atrapalhar o plantio da soja e do milho.

 

O padrão meteorológico se manterá inalterado até segunda-feira (30). A tendência é que na virada do mês as chuvas retornem a região Sul. Até lá, os trabalhos de colheita e plantio vão avançar dentro dos campos. Vale lembrar que com a continuidade das baixas taxas de radiação solar, algumas lavouras poderão contabilizar perdas de produtividade. No Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o padrão de chuvas irregulares ainda se manterá inalterado ao longo dos próximos 15 dias, finaliza Santos.

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