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Trabalho de colheita segue no Sul

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3 min de leitura

A terça-feira (21) será marcada pelas pancadas de chuva sobre Rondônia, Mato Grosso, Pará e em boa parte do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Diferentemente dos últimos dias, muitos produtores, principalmente os mato-grossenses, conseguirão realizar a colheita da soja e posterior plantio do milho. Ao longo da semana, as áreas de instabilidade começam a perder força e a tendência é que a chuva comece a ficar apenas na forma de pancadas irregulares. O excesso de umidade das últimas três semanas está provocando o apodrecimento dos grãos e até mesmo, a germinação dentro da própria vargem. Há relatos de produtores que estão plantando o milho sobre a lavoura de soja não colhida, devido ao prejuízo com o diesel da colheitadeira.

 

Como melhorar a produção no campo?

 

No Sul, o tempo fica instável com previsão para pancadas de chuva sobre a metade sul do Rio Grande do Sul. Mas, será no final da semana que realmente haverá chuvas mais generalizadas sobre o estado gaúcho. A chuva possibilita que os solos alcancem níveis satisfatórios de umidade, mantendo uma condição favorável ao desenvolvimento das lavouras. Além disso, como serão chuvas na forma de pancadas, os trabalhos de colheita, plantio e tratos culturais continuarão a ser beneficiados.

 

Não há perspectiva de chuva generalizada e frequente para Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A ausência de chuva associada a alta temperatura tem provocado um aumento nas taxas de evapotranspiração, causando uma redução ainda mais significativa dos índices de umidade do solo. Com isso, muitas lavouras já estão sob estresse hídrico e com fortes quebras em seus potenciais produtivos. Muitas lavouras de milho semeadas em janeiro e fevereiro já se encontram depauperadas e para os próximos cinco dias não há previsão de chuva sobre os talhões o que pode gerar perdas ainda mais significativas.

 

Mapa mostra a quantidade de água disponível no solo

 

São Paulo e Minas Gerais são os estados mais afetados por esse padrão meteorológico adverso. Segundo os modelos de previsão, somente na semana que vem é que há previsão para chuva um pouco mais generalizada e em bons volumes.

 

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