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Colheita do arroz segue favorável nas regiões produtoras

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O avanço de uma frente fria pela costa da região Sudeste estará organizando as áreas de instabilidade que se encontram sobre grande parte do Brasil no final de semana. Há previsão de chuva mais generalizada sobre boa parte de São Paulo, Minas Gerais e Goiás o que ajuda a aumentar os níveis de umidade do solo que vinham mantendo as plantas sob estresse hídrico.

 

 

Há casos até de lavouras de milho safrinha, que foram semeadas na primeira quinzena de fevereiro que já entraram em estado de murcha permanente e que deverão sofrer replantios. Contudo, o percentual de lavouras afetadas é extremamente pequeno. Assim, o retorno das chuvas ao longo da semana que vem possibilitará a recuperação dos níveis de umidade do solo, garantindo melhores condições ao desenvolvimento das lavouras. Porém, algumas atividades de campo poderão sofrer interrupções por conta destas chuvas.

 

Como melhorar a produção no campo?

 

No Mato Grosso e em Rondônia, as chuvas continuarão a ocorrer ao longo dos próximos dias, uma vez que áreas de instabilidade associadas à elevação das temperaturas irão ganhar força e provocar as tais famosas pancadas de chuvas de verão. Sendo que muitas delas poderão vir de forte intensidade. Entre o domingo (26) e a segunda-feira (27) essas áreas de instabilidade associadas à passagem da frente fria em alto mar pela costa do Sudeste irão ajudar a provocar chuvas pesadas sobre a faixa oeste do Mato Grosso e com isso, não está descartada a possibilidade de que venham ocorrer altos volumes de chuva no começo da semana que vem nesta região o que pode trazer bastante transtorno aos produtores. De um modo geral, as previsões para essas próximas duas semanas continuarão sendo de pancadas de chuvas irregulares, favorecendo a realização da colheita da soja, plantio do milho safrinha e, sobretudo, o desenvolvimento das lavouras.

 

No Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia e Pará, a situação para esse começo de semana é muito semelhante ao do Mato Grosso, previsões de pancadas de chuvas irregulares. Os modelos começam a sinalizar que na virada do mês e o primeiro decêndio de março poderá a vir a ser mais seco, com chuvas ainda mais irregulares e de baixa intensidade. Mas, como as chuvas retornam após esse período, não há indícios de que venham ocorrer perdas de produtividade em nenhuma lavoura. Pelo contrário, esse padrão meteorológico será bastante favorável à realização da colheita e dos tratos culturais.

 

Temperatura do solo, risco climático e período de estiagem

 

No Sul, a passagem dessa frente fria em alto mar durante o final de semana deixará o tempo bastante instável sobre o Paraná, Santa Catarina e sul do Mato Grosso do Sul, onde há previsões não só para o final e semana, mas ao longo da semana que vem de pancadas de chuvas mais generalizadas sobre as regiões produtoras, possibilitando a manutenção da umidade do solo, garantindo boas condições ao desenvolvimento das lavouras. Apenas os trabalhos de colheita, plantio e tratos culturais é que poderão ser afetados, mas nada que venham causar prejuízos aos produtores.

 

Apenas o Rio Grande do Sul é que terá um tempo mais estável, sem previsão de chuva que só deve retornar as regiões gaúchas na virada do mês, quando uma nova frente fria estará avançando pelo Estado. Vale lembrar que mesmo com essa ausência de chuva, as condições se manterão favoráveis ao desenvolvimento das lavouras e, principalmente, a realização da colheita do arroz, da soja e do milho, que já se iniciaram em todas as regiões produtoras.   

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