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Excesso de chuva prejudica produtor no Pará

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As imagens de satélite mostram um corredor de umidade da Amazônia em direção ao Atlântico próximo à costa do Paraná e de São Paulo. Por conta desta concentração de umidade a quinta-feira (02) será marcada pelas pancadas irregulares de chuva ao longo do dia. Assim, alguns produtores de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo terão que paralisar seus trabalhos de colheita e plantio por algumas horas.

 

 

Mas de uma forma geral, as condições irão permitir que os trabalhos avancem em algumas horas do dia dentro do campo. Os solos apresentam índices bastante satisfatórios de umidade o que colabora no desenvolvimento das lavouras.

 

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Outro corredor de umidade pode ser observado sobre a região Norte do Brasil, devido à presença da ZCIT (Zona de Convergência Intertropical). O posicionamento deste sistema mantem essa linha de instabilidade sobre a Amazônia, Pará, Maranhão e partes do Tocantins e Piauí. A chuva que cai sobre estas localidades é um problema, principalmente para os veículos que transitam na BR 163 rumo aos portos do Pará e demais cidades destas regiões. As chuvas ininterruptas e muitas vezes de forte intensidade alagam pistas, causam pontos intransitáveis e com isso, a cada dia que passa a fila de caminhões, carros e demais veículos aumentam o que prejudica o escoamento da produção. Além disso, muitos produtores paraenses não estão conseguindo finalizar seus plantios ou até mesmo realizar os devidos tratos culturais, pelo excesso de dias chuvosos. A situação deverá permanecer inalterada ao longo de toda a primeira quinzena de março.

 

 

A partir desta sexta-feira (03), uma frente fria avança pelo Sul do Brasil e o tempo fica bastante instável. Há previsão para chuvas generalizadas sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Este sistema avança pela costa do Brasil ao longo da semana que vem e novas pancadas de chuvas estarão sendo previstas para os próximos dez dias sobre todo o Brasil, com exceção apenas para a faixa oeste da Bahia, sul do Piauí e leste do Tocantins que poderão registrar ao longo desse período, chuva bastante irregular. Porém, não há indicativos, até o momento, que sinalize quebras no potencial produtivo das lavouras durante este período um pouco mais seco e quente.

 

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