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Nova era na saúde animal

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2 min de leitura

Há uma nova era na saúde animal chegando por aqui. Até 2030 a estimativa é de que o ramo da saúde animal, que inclui a bovinocultura, suinocultura, avicultura e aquicultura, vá duplicar de tamanho e deverá atingir mais de 50 bilhões de euros no mundo.

Isso significa que o setor da veterinária dobrará de tamanho nos próximos 13 anos e com um cenário de crescimento populacional, quando caminhamos para cerca de 10 bilhões de pessoas até 2050. Iremos ver uma demanda acentuada pela proteína animal, uma diversificação e sofisticação de cortes e processados e, para isso, vamos ver a pesquisa e a ciência oferecendo inovações na forma de vacinas como para a influenza aviária e a febre aftosa.

Em paralelo a isso vamos ver também soluções alternativas como a utilização de produtos a partir de algas marinhas e outras opções cada vez mais apoiadas em BIG Data, para uma gestão de precisão.

E da mesma forma como ocorrem fusões e aquisições em todos os elos do agronegócio, assim também no setor veterinário, a Boeringher adquiriu a Merial por mais de 11 bilhões de euros e, com isso, se transformou na segunda empresa global na saúde animal do mundo, somente atrás da Zoetis.

Tudo no agronegócio cresce e ao mesmo tempo a ciência e a tecnologia com agropecuária de precisão viram um fato do setor.

José Luiz Tejon Megido,

Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM

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