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Falta de chuva preocupa produtores de soja

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Os produtores rurais de Mato Grosso do Sul estão preocupados com a falta de chuva. Segundo relatório da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) a safra na região Norte está mais adiantada em relação à fronteira, devido ao volume de chuvas no período de semeadura, que estimulou a extensão do plantio.

 

As propriedades mais impactadas pela estiagem estão ao sul do estado, mas a situação pode ficar mais complicada para os produtores que realizaram o plantio entre a segunda quinzena de setembro até primeira semana de outubro.

 

Existe uma preocupação com essa estiagem, por ela atacar justamente no período de enchimento de grão. “Mas registros oficiais de perdas ainda dependem de maior tempo de avaliação, já que nos referimos a diferentes pontos geográficos, com precipitações distintas”, relata o diretor executivo da Aprosoja/MS, Frederico Azevedo.

 

De acordo com a meteorologista da Climatempo, Graziella Gonçalves, até o dia 14 de janeiro, o calor predomina e de uma forma geral, não são esperados volumes de chuva expressivos para o Mato Grosso do Sul. Já, na segunda quinzena, as chuvas voltam a ocorrer de forma mais distribuída. Algumas localidades do estado, ainda podem registrar chuvas irregulares. O mês de Janeiro é preocupante em relação à chuva e não se pode descartar a possibilidade de algumas perdas pontuais.  

 

De acordo com o vice-presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi, agricultores que empregam tecnologias, como o plantio direto, pode ter o impacto da estiagem reduzido. “As lavouras com maior perfil de solo, com manejos mais antigos e que possuem maior massa de plantio direto podem sentir menos a estiagem, uma vez que conseguem reter mais a umidade durante esse tempo”.

 

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