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Tecnologia e manejo no desenvolvimento do algodão

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4 min de leitura

O uso de tecnologia avançada e as boas práticas de manejo têm sido fatores decisivos para o desenvolvimento do algodão produzido no Oeste da Bahia. Com planejamento e investimento constante os proutores estão conseguindo entregar aos compradores um produto de excelente qualidade, afirma o  produtor Walter Horita. A Bahia é o segundo maior produtor de algodão do país e deve continuar respondendo por 22,1% da produção nacional.

 

No oeste da Bahia, o cultivo é mantido por 150 produtores rurais, que devem produzir este ano mais de 1 milhão e 500 mil toneladas de pluma e caroço de algodão. Nos últimos vinte anos, os produtores da região aumentaram a produtividade de 220 para 300 arrobas por hectare. Ano passado, a produção de algodão já foi a segunda maior da história, quando foram colhidos 1,3 milhão de toneladas (caroço e pluma).   

 

Exportações

Apesar do algodão brasileiro ter uma quantidade um pouco menor de fibras curtas do que o produzido nos Estados Unidos, os agrônomos e técnicos do Oeste da Bahia estão trabalhando em melhoramentos neste sentido. A grande vantagem é que o algodão brasileiro tem menos impurezas que o americano. 

 

Para o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e vice-presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, esta ação tem sido fundamental para incrementar o comércio internacional de algodão. “Estamos em ritmo de expansão da produção. O Brasil deve produzir um total de 2,8 milhões de toneladas de pluma. Com o nosso mercado interno estagnado, precisamos destravar os gargalos de logística e de divulgação e marketing para incrementar a comercialização para o exterior, principalmente para os países asiáticos. Estamos trabalhando junto ao governo brasileiro para a criação de um escritório na Ásia para vender a qualidade e o compromisso com a sustentabilidade e meio ambiente da produção de algodão brasileira”, afirma Busato.

 

Atualmente, cerca de 40% do algodão baiano são exportados para países asiáticos, como China, Indonésia, Bangladesh e Vietnã e 60% são comercializados junto à indústrias têxtis no Brasil.

 

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