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Cafeicultura da Amazônia recebe primeira Denominação de Origem

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4 min de leitura

O dia 1º de junho de 2021 é um marco histórico para a cafeicultura da Amazônia e do mundo. Rondônia acaba de ter reconhecida a primeira Indicação Geográfica (IG), do tipo Denominação de Origem (DO), de café canéfora (robusta e conilon) sustentável do mundo.

 

Este reconhecimento da IG Matas de Rondônia para Robustas Amazônicos do tipo Denominação de Origem foi concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI e consolida a qualidade dos cafés da espécie Coffea canephora.

 

A Indicação Geográfica serve para designar produtos ou serviços, que tem características positivas únicas e indissociáveis dos fatores que compõem a sua origem. Para produtos agrícolas, estes fatores também são conhecidos como “terroir”.

 

Uma mistura que leva em consideração Clima, solo, genética e aspectos culturais da população envolvida no processo produtivo.

 

“O saber fazer é crucial na definição de uma IG. Afinal, o fator humano e sua capacidade de modificar o ambiente, selecionar materiais genéticos e manejar lavouras, não pode ser ignorado. Neste caso, se trata de uma interferência, quase sempre, positiva e este é o princípio da Indicação de Procedência (IP)”, afirma o pesquisador da Embrapa Rondônia, Enrique Alves.

 

Ele explica que, no caso da Denominação de Origem, é um processo ainda mais complexo, pois, além do saber fazer e seus aspectos culturais, leva em consideração que, o café e suas qualidades intrínsecas, têm uma relação direta com as características do terroir da região.

 

Para a Denominação de Origem Matas de Rondônia, esta delimitação é formada por 15 municípios: Alta Floresta d’Oeste, Cacoal, São Miguel do Guaporé, Nova Brasilândia d’Oeste, Ministro Andreazza, Alto Alegre dos Parecis, Novo Horizonte do Oeste, Seringueiras, Alvorada d’Oeste, Rolim de Moura, Espigão d’Oeste, Santa Luzia d’Oeste, Primavera de Rondônia, São Felipe d’Oeste e Castanheiras. 

 

Leia esta análise/divulgação na íntegra na página da Embrapa Rondônia,  do Observatório do Café e do Consórcio Pesquisa Café. 

 

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